domingo, 12 de outubro de 2008

A banana e o meu Deus

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 12:56 0 comentários
Essa semana aconteceu-me algo diferente. Já no começo da semana meu pai me ligou e pediu que eu prestasse atenção nos cachos de banana atrás de casa, e se houvessem alguns que estivessem maduros, que eu os cortasse. Eu e meu primo encontramos alguns cachos que poderiam já ser cortados. Então, na segunda-feira os cortamos, quatro cachos ao todo.

Os quatro cachos foram para a despensa, do lado da churrasqueira. Liguei então para meu pai e contei que tinha retirado as bananas. Hoje, a namorada de meu primo volta para Concórdia, e eu fui organizar as bananas para que ela pudesse levar. E isso foi uma experiência para mim.

Eu não sei quantos gostam de bananas. Dentre esses que gostam de bananas, não sei quantos já tiveram a oportunidade de ver um cacho de bananas. E dentre os que já viram um cacho de banana, quantos será que tiveram a mesma percepção que eu?

Bem, talvez nem todos tenham observado um cacho de banana, pois geralmente a compramos no supermercado, na fruteira, e ela já está cortada, pronta. Mas eu quero explicar o que eu pude perceber quando fui arrumar as bananas para meu pai.

Quando eu comecei a cortar as primeiras bananas, fui que cada grupo de bananas estava direcionado para um lado oposto ao próximo grupo de bananas. O primeiro cacho que cortei estava num ângulo quase que oposto ao que havia cortado. O próximo a mesma coisa, e assim sucessivamente. Nenhum cacho encostava totalmente no outro, cada um ficava em direções opostas.

Essa percepção me levou instantaneamente num texto do novo testamento que diz:

“Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? "Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?” (Mateus 6:26 a 30).

Na hora que comecei a cortar as bananas, pensei no cuido de Deus com aquele cacho. Cada grupo de bananas, Deus colocou em sentidos opostos, para que elas não se “machucassem”, não se tocassem umas nas outras e assim casa grupo de bananas pudesse ser saborosa e não estragada.

Assim como está escrito no texto eu comecei a pensar que se Deus se preocupa até com um cacho de banana, para que ele não estrague o outro, se Deus de preocupa com que elas tenham uma boa aparência e que sejam saborosas, quanto mais ele se preocupa comigo.
Deus criou tudo perfeito, e cuida para que todas as coisas andem em harmonia. E Deus cuida de mim e de você também. Deus cuida para que eu tenha uma vida plena, sem que me falte nada. O fato é que não percebemos tais coisas, porque não confiamos que Ele realmente esteja interessado em mim e em você.

Talvez você esteja como eu: nunca percebeu que no cacho de bananas Deus sempre colocou uma oposta a outra para que nenhuma estrague as demais. E talvez você também não perceba que a sua vida está inteiramente em nas mãos dele, e que nada tem lhe faltado.

Quero apenas lhe lembrar de uma coisa neste dia: SE DEUS SE IMPORTA E CUIDA DAS BANANAS, MUITO MAIS SE IMPORTA E CUIDA DE VOCÊ!

Com amor,

Simone da Fonseca

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Procura-se: Pessoas com Caráter

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 21:59 0 comentários
Vivemos em um país onde a democracia é o regime pelo qual elegemos nossos representantes nos governos, pois, democracia é, utilizando uma frase famosa que ouvimos, “governo do povo, pelo povo e para o povo”. A mais importante distinção é entre a democracia direta - onde o povo expressa sua vontade através do voto direto em cada assunto em particular, e a democracia representativa – onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes que tomam decisões em nome daqueles que o elegeram.

É preciso entender um pouco sobre isso para compreendermos a importância da conscientização política que devemos ter. Porém, em épocas eleitorais, muitas coisas acontecem, tanto nas campanhas como com os eleitores.

Nas campanhas eleitorais, muitos candidatos preferem, ao invés de apresentarem as suas propostas, fazerem acusações com a finalidade de denegrir a imagem do concorrente e lhe tirar o maior número possível de votos, trazendo fatos acerca da vida pública e, em alguns casos, da vida privada, procurando assim, manchar a imagem e o caráter de seu concorrente. Por outro lado temos os eleitores. Em uma das últimas campanhas presidenciáveis nos Estados Unidos, um programa de televisão abordou a questão do caráter do candidato com seus entrevistados e, para surpresa geral, a maioria deles respondeu que não se importavam com o caráter do candidato e sim com o seu programa de governo. Mas isso não ocorre apenas fora do nosso país, pois esta mesma idéia se revela em muitas pessoas com quem converso. Pergunto-me: como as pessoas podem dizer que o caráter não é importante se tudo o que fazemos brota do nosso caráter?

Muitos preferem ser governados por pecadores competentes a sê-lo por santos incompetentes. A questão governamental envolve muito mais do que apenas a “arte de governar”, É muito mais ampla e profunda, pois envolve toda a vida de uma pessoa, todas as suas escolhas e formas de conduta. Não desejo me ater a questões políticas, mas, quero analisar o exemplo de Jean Jacques Rousseau, famoso filósofo francês do século 18. Em seu livro The Social Contract, Rousseau apresenta suas idéias políticas, dentre elas, a de que o Estado deveria se responsabilizar integralmente pela educação das crianças e doutriná-las de forma tal que ficassem a seu inteiro serviço. À época da Revolução Francesa, Karl Marx e Lênin também tinham a mesma idéia e ela passou a fazer parte do Comunismo.

Para entender Rousseau, basta olhar sua vida. Era um boêmio, boa-vida, cheio de casos, sem compromisso. Viveu grande parte de sua vida ao lado de uma mulher, uma lavadeira, tão dissoluta como ele. Em determinado momento de suas vidas, ela engravidou e teve um filho, colocando Rousseau em uma posição complicada: assumir o filho e ir contra os seus ideais ou deixá-lo para o Estado. E a decisão foi a de deixá-lo para o Estado, em um orfanato, e fez isso com todos os filhos que teve, pois, segundo ele, o Estado teria melhores condições de criá-los e educá-los. O Estado seria o melhor pai para seus filhos.

E esta foi a base de toda a sua teoria: o Estado é o pai de todos, pois ele deve ser o responsável por formar a nossa mente.

Fica uma pergunta: o que será que Rousseau diria se visse que suas idéias foram bem expressas no século 20 através dos campos de concentração, dos genocídios em massa, do rompimento de países?

A psicologia define caráter como “o termo que designa o aspecto da personalidade responsável pela forma habitual e constante de agir peculiar a cada indivíduo; esta qualidade é inerente somente a uma pessoa, pois é o conjunto dos traços particulares, o modo de ser desta; sua índole, sua natureza e temperamento. O conjunto das qualidades, boas ou más, de um indivíduo lhe determina a conduta e a concepção moral; seu gênio, humor, temperamento, este, sendo resultado de progressiva adaptação constitucional do sujeito às condições ambientais, familiares, pedagógicas e sociais” (enciclopédia Wikipédia).

Segundo o teólogo e escritor Oswald Chambers, “caráter é o que prevalece de modo geral, não algo que se manifesta ocasionalmente” (Dietz, Frank. A Pessoa Que Deus Usa, 2000, Descoberta Editora, Curitiba). Sendo assim, podemos dizer que tudo vem do caráter, e Deus procura homens e mulheres de caráter. Não nascemos com caráter, pelo contrário, nós o fazemos. O caráter é algo completo, complexo, e não podemos julgar uma pessoa por atitudes isoladas, temos que avaliar todo o contexto de sua vida. Mesmo nascendo de novo, aceitando a Jesus, nosso caráter permanece, não é trocado por um novo, o que ele pode ser é trabalhado e moldado por Deus, através da atuação direta do Espírito Santo, para se ajustar ao caráter de Cristo, isso, se a pessoa estiver disposta a pagar o preço.

Em I João 2:12-14 temos um bom exemplo sobre caráter. São apresentados a nós três tipos de pessoas: crianças, jovens e pais. Ao analisarmos estas pessoas, vemos que elas se distinguem não apenas em idade, mas em maturidade. As crianças estão satisfeitas e felizes com suas posses e isto é facilmente notado quando estão brincando. Por mais brinquedos que tenham, elas querem sempre os mesmos e chegam, inclusive, a brigar entre si para ficar com determinado brinquedo. Tudo isso reflete o comportamento possessivo delas, típico de sua faixa etária. Os jovens, por sua vez, se satisfazem com suas realizações. São cheios de sonhos e tem uma grande gana de conquistarem, serem bem sucedidos na vida, sobretudo materialmente. Porém, os pais se satisfazem com sua experiência, maturidade, vivência. Eles se alegram e se regozijam com aquilo que são, ou, podemos colocar de uma outra maneira, com o seu caráter.

É preciso compreender em qual nível estamos, com qual tipo de pessoa nos assemelhamos. Importante é não esquecer que o caráter se faz ao longo dos anos. Portanto, se você ainda é uma criança ou um jovem, saiba como deixar Deus trabalhar para que você alcance a plena maturidade, sabendo que o caráter deve ser lapidado até encontrar a sua melhor forma: a forma de Cristo. É isto que o apóstolo Paulo diz para Timóteo procurar nos obreiros das Igrejas. Em I Tm. 3:2, ele inicia dizendo que esse homem “deve ser” e, no decorrer do texto, relata quais as características necessárias a ele. Mas, afinal, o que Paulo quer dizer com “deve ser?” Ele está falando de caráter. Um dos grandes problemas que enfrentamos em nossas Igrejas hoje em dia é a falta de material humano qualificado para o serviço do Senhor, pois temos muitos membros, obreiros, líderes, pastores que obtém todas as características materiais para desenvolver um grande trabalho, mas lhes falta o caráter interior para isso. Se quisermos verdadeiramente ser bons servos, devemos ter muito mais do que títulos, diplomas, emblemas, cursos, graus, o que precisamos, acima de tudo, é sermos pessoas de caráter.

Um outro texto que exemplifica bem isto se encontra em I Samuel 16:7. O rei Saul havia sido rejeitado por Deus por sua desobediência, dentre outras falhas graves que ele cometera em seu reinado, conseqüências de seu mau caráter que o levaram a agir erroneamente. Deus manda que o profeta Samuel fosse até a casa de Jessé para ungir o novo rei de Israel. Porém, Samuel estava cometendo um grave erro, estava olhando para o exterior, não para o interior, por isso Deus o adverte a olhar como Ele olha. Davi não estava sob os refletores, não estava cotado, só foi apresentado a Samuel depois que este pergunta a seu pai se ele não tinha mais filhos. Davi estava no campo, sozinho com Deus, passando por um delicado e difícil processo de formação de caráter. Talvez Davi não fosse o mais bonito, o mais forte, o mais inteligente, contudo, ele era um jovem que possuía um coração com caráter, tanto que ficou conhecido como o “homem segundo o coração de Deus”.

Frank Dietz, em seu livro “A Pessoa Que Deus Usa”, diz: “caráter não se cria em um tubo de ensaio, não se aprende em sala de aula, não se adquire lendo um livro sobre o assunto. O caráter é desenvolvido nas dificuldades e nas pressões da vida”. Deus usa as dificuldades para trabalhar em nossas vidas e nos levar para mais perto Dele. Usa essas circunstâncias difíceis para moldar nosso caráter a semelhança do caráter de Jesus. Segundo Billy Grahan: “A vida, na melhor das hipóteses, é cheia de problemas.” Se estamos cheios do Espírito Santo e vivemos cada dia no Espírito, ele nos guiará por esses períodos atribulados e fará em nós o trabalho que Ele quer. Entretanto, temos que entender o que Deus está fazendo em nossa vida. Paulo escreve em Romanos 5:3: “Alegramo-nos nos sofrimentos.” Por quê? Porque, diz ele, “sabemos” o que eles produzirão. A pressão do dia-a-dia produz paciência e perseverança, a perseverança produz caráter e este, esperança, e é dessa maneira que Deus forma em nós o caráter que Ele quer.

Após a queda, o homem começou a ter problemas em seu caráter que, até então, era perfeito. Mas, com o novo nascimento, temos a oportunidade de voltar a ter o caráter que Deus quer que tenhamos. Analisemos brevemente o que envolve esta oportunidade: a) Um ideal divino (Ef. 4:13-14), Cristo, e essa é a proposta, viver em um mundo hostil e decaído sem perdermos a nossa integridade; b) A realidade humana, o padrão do mundo em que vivemos, um sistema dominado pelo diabo, totalmente corrompido e hostil ao ideal divino; c) A proposta do novo nascimento é transferirmos o ideal divino para a realidade, sem nos corrompermos com ela. A busca pelo caráter passa pela Santificação. O segredo do crescimento está na vida crucificada dos cristãos.

Muitas vezes cometemos um grande erro: o de querer falar como as coisas devem ser e agir de forma diferente, no popular “faça o que eu digo, mas não o que eu faço”. As pessoas não querem ouvir, elas querem ver, e isto aconteceu com Jesus. Deus não ficou lá dos céus gritando o que teríamos de fazer ou não para obtermos a salvação. Antes, Ele enviou seu Filho para que nós pudéssemos ver. Jesus quando ressuscitou, não mandou espalhar que Ele estava vivo, Ele apareceu para os seus discípulos, se deixou ver, conviveu alguns dias com eles. Francisco de Assis disse uma frase muito linda e verdadeira: “pregue o Evangelho, e, se preciso for, use palavras”. A sua vida revela muito mais do que você pode falar.

Certa vez, Mahatma Gandhi, o grande líder hindu, encontrou-se com um missionário e contou-lhe que era um grande admirador dos ensinamentos de Jesus, e foi além, disse que se ele encontrasse com um cristão que vivesse como Cristo viveu, ele tornar-se-ia um cristão. Até onde sabemos, Gandhi morreu hindu.

Era isso que Jesus ensinava aos seus discípulos. Se olharmos para o sermão do monte, nos capítulo 5 a 7 de Mateus, veremos como fica bem evidenciado. As bem-aventuranças são formas de conduta, de caráter, de postura que o cristão deve ter, e Ele estava ensinando isso aos seus discípulos. Mas, havia uma multidão atenta a tudo que o Mestre dizia, trazendo uma responsabilidade a mais para os seus seguidores. Embora o ensino fosse inicialmente para os discípulos, as pessoas do mundo estavam ouvindo, estavam atentas, e estariam olhando para ver se os discípulos agiriam de acordo com o que Jesus ensinara. E este é um ponto importante.
Estamos no mundo para guiá-los, levá-los das trevas para a luz, darmos o exemplo de como viver uma vida irrepreensível, porém, temos nos tornado uma voz que ninguém mais dá atenção. As pessoas não querem mais ouvir, elas querem ver, e o caráter se expressa na conduta e não nas palavras.

Quando o mundo olha para a Igreja de Cristo, o que ele tem visto? Quando as pessoas olham para nós, o que elas têm visto?

Que Deus nos abençoe e nos derrame sua graça para sermos verdadeiros homens de caráter. Não apenas bons, mas que tenhamos o caráter de Cristo estampado em nossas vidas, a ponto de dizermos como o apóstolo Paulo disse em sua primeira carta aos Coríntios: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo”. Amém.
Presbítero Eduardo Molina

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Conseqüência

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 15:09 0 comentários
Toda ação gera uma reação. Quem nunca ouviu falar desta frase? Tudo o que fazemos gera algo, para o bem ou para o mal. As escolhas do nosso dia-a-dia nos levam a um cenário futuro.

Lendo hoje 2 Samuel 13:12 e 13, deparei-me com um texto que evidenciou o que eu acabei de afirmar: “Então Davi disse a Natã: ‘Pequei contra o Senhor!’ E Natã respondeu: ‘O Senhor perdoou o seu pecado. Você não morrerá. Entretanto, uma vez que você insultou o Senhor, o menino morrerá!”.

O pecado, a ação de Davi trouxe conseqüências. Davi possuía todas as coisas, era o Rei de Israel, tinha muitas mulheres e também muitos filhos. No entanto, certo dia, do terraço de seu palácio, viu a mulher de Urias tomando banho e a desejou.

Chamou-a e deitou-se com ela e ela engravidou. Foi então que Davi teve a idéia de trazer da guerra Urias, para que ele deitasse também com sua esposa, e assim Urias não ficasse sabendo que o filho não era dele. No entanto, Urias era um homem temente a Deus, e enquanto voltou da guerra, não deitou-se com sua mulher, pois era fiel à guarda de Davi, fiel à Davi e também ao Senhor.

Urias tinha um propósito em seu coração, ele era fiel. Não voltaria ao gozo de seu lar enquanto a arca do Senhor estava juntamente com o exército de Israel em guerra. Davi bem que tentou, mas de nenhuma forma conseguiu fazer com que Urias abrisse mão de sua fidelidade. Foi então que Davi enviou um bilhete a Joabe, pelas próprias mãos de Urias, para que o colocasse na frente de batalha e assim morresse.

Urias morreu, e o profeta Natã foi até a presença de Davi e entregou o juízo de Deus para ele. Deus o perdoou de seu pecado, mas não retirou da vida de Davi a conseqüência pelo pecado.

Temos vivido os dias da graça de Deus. O reino de Deus está disponível para todos que o recebem. O Senhor nos deu a salvação, ela nos é gratuita. Jesus pagou o preço pela maldição que imperava sobre nossas vidas, a maldição do pecado. No entanto, todas as vezes que pecamos, recebemos sobre nossas vidas não mais a condenação, mas as conseqüências dos nossos pecados.

Aquele que recebeu o reino de Deus, mas continua mentindo, recebe sobre sua vida a conseqüência do descrédito. Aquele que recebeu o reino de Deus, mas não gosta de trabalhar, recebe sobre sua vida a conseqüência da pobreza. Aquele que recebeu o reino de Deus, mas toma posse dele, permanece como alguém que não tem herança. Deus quer você do jeito que está. Mas recusa-se a deitar-te assim como estás.

Lembre-se: satanás tem acesso a mente humana por meio dos olhos e dos ouvidos. Olhos para os homens, ouvidos para as mulheres. Esses são os sentidos mais apurados para os homens e mulheres. Satanás sabia que se mostrasse a Davi a mulher de Urias, uma mulher muito bonita, o pecado estaria à porta de Davi. Portanto, alertemo-nos diante das investidas de satanás e não demos brechas para que o pecado invada nossas vidas. Todo pecado gera uma conseqüência, e a pior delas é a morte. Não mais a morte física, mas agora a morte espiritual, que nos separa de Deus.

Se esse for o meu caso, o teu caso hoje, que tal nos achegarmos a Deus e pedirmos perdão pelo pecado cometido? Não apenas uma mudança momentânea, mas uma mudança de pensamento, da mente. Prestemos atenção em nossas vidas. Se encontrarmos conseqüências, é porque temos pecados incrustados na mente e você, eu, precisamos de uma renovação na mente para que o reino de Deus se apodere de nós.

Deus é amor, mas nos faz responsáveis pelo modo como agimos. Por isso das conseqüências.

Com amor,

Simone da Fonseca

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Sentar-se à mesa do Rei

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 23:53 0 comentários

De repente você, que era filho do rei, que se sentava à mesa do rei para comer, é levado para muito longe de lá.

Eu sei, você era novo e não tinha muito o que escolher, afinal, não saiu da presença do rei porque quis, ou por escolha própria, mas porque uma grande fatalidade veio cobre tua vida. Tudo o que possuía fora tomado. A desgraça te abateu, e de uma só vez.

Um dia possuía todas as coisas, no outro, não tinha mais nada e ainda passou a andar errante, ou melhor, nem andava mais porque quando te tiraram da presença do rei você caiu e se machucou, ficou manco.

Você passou a andar distante do rei, e não havia mais esperança para você. Não possuía mais nada: nem dinheiro, nem dignidade, nem saúde completa, nem a presença do rei. Tudo fora tomado, restando apenas um futuro incerto. Esse rei que você servia se fora. Por mais que parecesse que tinha tudo, repentinamente o Rei se foi e te deixou sem nada.

Isso foi o que aconteceu a Mefibosete, neto do rei Saul. Um dia ele tinha tudo na casa do rei que ele servia, no outro dia, ele não tinha mais nada. O rei havia morrido, e tudo o que lhe restou foi os pés mancos.

No entanto, outro Rei se lembrou dele. Certo dia, Davi chamou seu servos e se lembrou de uma promessa que havia feito. Pediu-lhes se havia alguém ainda vivo da casa de Jonatas, seu amigo. Um servo se lembrou de Mefibosete, o membro da realeza perdido na terra mais distante de Israel, escondido, onde ninguém se lembrava dele.

Quando Mefibosete chegou a presença do Rei, Davi lhe devolveu tudo o que lhe era por direito e ainda, daquele dia em diante, Mefibosete passou a comer na mesa do Rei. Diz a Bíblia: “assim, Mefibosete passou a comer à mesa de Davi como se fosse um dos seus filhos” (2 Samuel 9:11).

E você? Consegue se identificar com a história. Você até esteve diante do rei, mas um dia tudo foi levado de diante de ti. A alegria que tinha, se foi; seus bens se foram; sua posição se foi. O que lhe restou foi se esconder, onde ninguém parece te achar. A desgraça tomou conta da sua vida, e já não há mais esperança de que um dia mude.

Mas o Rei está chamando Seus servos e quer saber onde você está? Ele está perguntando por você. Onde estará ____________ (coloque seu nome aqui)? É importante para o REI saber onde você está. Ele fez um a promessa a sua respeito, e a cumprirá.

Os servos do Rei estão prestes a te buscar. Levarão-te para o palácio do Rei. Devolver-te-ão tudo o que era seu por herança e você comerá na mesa do Rei. Nunca mais se afastará de lá. Nunca mais lhe faltará nada. A alegria voltará ao seu coração. As riquezas voltarão às suas mãos. Você voltará a fazer parte da família do Rei e será como qualquer um dos seus filhos.

Assim como Davi procurou por Mefibosete e o encontrou, e devolveu-lhe tudo o que lhe era por direito, assim também, o GRANDE REI está a sua procura, e lhe dará tudo o que era seu e foi tomado. Não adianta de nada se esconder, porque quando o Rei resolver, não haverá lugar que poderá te esconder do seu grande amor e da sua benignidade.

Tão somente, responda o chamado dos servos do Senhor, o REI, e tudo lhe será devolvido. Todas as coisas voltarão às suas mãos e você voltará à presença do Rei.

Com amor,

Simone da Fonseca

Mostre-me sua glória

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 00:30 0 comentários
Um ansioso Moisés pede ajuda. "E Moisés disse ao Senhor: Eis que tu me dizes: Faze subir a este povo, porém não me fazes saber a quem hás de enviar comigo; e tu disseste: Conheço-te por teu nome; também achaste graça aos meus olhos. Como, pois, se saberá agora que tenho achado graça aos teus olhos, eu e o teu povo? Acaso não é por andares tu conosco, e separados seremos, eu e o teu povo, de todo o povo que há na face da terra?" (Êx 33.12,16).

Você dificilmente o condenaria por ter medo. Cercado por israelitas que desejavam voltar para o Egito e por um deserto com ventos quentes e pedras escaldantes, o ex-pastor precisa de segurança. Seu Criador oferece. "Disse, pois: Irá minha presença contigo para te fazer descansar. Então disse o Senhor a Moisés: Farei também isto, que tens dito; porquanto achaste graça aos meus olhos; e te conheço por nome" (Êx 33.14,17).

Você poderia achar que aquilo teria sido suficiente para Moisés, mas ele hesitou. Pensando, talvez, naquela última frase, "farei também isto que tens dito..." Talvez Deus tolere mais um pedido. Então ele engole, suspira e pede...

O que você pensa que ele vai pedir? Ele tem a atenção de Deus. Deus parece desejar ouvir sua oração. "E falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo" (Êx 33.11). O patriarca percebe uma oportunidade de pedir qualquer coisa. Que pedido ele vai fazer?

Ele poderia pedir tantas coisas. Que tal um milhão de pedidos? Esse é aproximadamente o número de adultos que Moisés liderava (Êx 12:37). Um milhão de ex-escravos teimosos, mal-agradecidos, adoradores de bezerros que murmuram a cada passo. Se Moisés tivesse orado "Será que dá para transformar essas pessoas em ovelhas?", quem poderia culpá-lo?

Ovelhas. Apenas alguns meses antes, Moisés estava naquele mesmo deserto, perto daquelas mesmas montanhas, de olho em um rebanho. Que diferença dessa nova situação. Ovelhas não fazem exigências no deserto nem transformam bênçãos numa grande confusão. E elas certamente não fazem bezerros de ouro nem pedem para voltar ao Egito.

E quanto aos inimigos de Israel? Campos de batalha esperavam adiante. Combates com hititas, jebuseus... Eles infestam aquela terra. Será que Moisés pode formar um exército com hebreus construtores de pirâmides? Farei também isto, que tens dito... "Você poderia simplesmente nos transportar até Canaã?"
Moisés sabia o que Deus podia fazer. Todo o Antigo Oriente sabia. Eles ainda estavam falando sobre a vara de Arão ter sido transformada em uma cobra e no Nilo ter virado sangue. O ar tão denso com moscas que você conseguia respirá-las. O chão tão coberto de gafanhotos que não dava pra andar sem pisar neles. Trevas em pleno dia. Plantações destruídas. A carne salpicada de chagas. Funerais para o primogênitos. Deus transformou o Mar Vermelho em tapete. O maná caiu. Codornizes em debandada. Água fluiu de uma rocha. Deus pode mover montanhas.
De fato, Ele moveu a montanha do Sinai quando Moisés se pôs ali. Quando Deus falou, o Sinai tremeu e os joelhos de Moisés balançaram. Moisés sabia o que Deus podia fazer. Ainda pior, ele sabia o que aquelas pessoas eram capazes de fazer. Moisés as encontrou dançando ao redor do bezerro de ouro, suas lembranças de Deus eram tão apodrecidas quanto o maná de ontem. Ele carregava os mandamentos de Deus escritos em tábuas de pedras, enquanto os israelitas estavam adorando um animal de fazenda sem vida.

Era mais do que Moisés podia suportar. Ele derreteu o animal de metal, transformou o ouro em pó e obrigou os adoradores a beberem aquilo. Deus estava pronto para liquidá-los e recomeçar com Moisés, como tinha feito com Noé. Porém, duas vezes, Moisés clamou por misericórdia, e duas vezes a misericórdia foi estendida sobre eles (Êx 32.11-14,31,32).

E Deus, comovido com o apelo de Moisés, escuta suas orações. "Disse, pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar" (Êx 33:14). Mais Moisés precisa de mais. "Rogo-te que me mostres a tua glória" (Êx 33:18).
MAX LUCADO

Notas: Extraído do livro "Isto Não é Pra Mim", capítulo 2.
Fonte: www.irmaos.com/maxlucado/?id=1118

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Fortaleza

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 23:41 0 comentários
Existem dias e dias em nossas vidas. Há dias em que estamos bem, andamos em vitória, nada nos falta. No entanto, existem dias que o pavor toma conta de nossas vidas. Existem dias em que as nossas esperanças se vão porque os acontecimentos levaram tudo o que pensávamos ter.

Assim acontecia com Davi. Até o dia em que o Senhor enviou Samuel a ungir Davi, ninguém em Israel o conhecia. Até mesmo diante de sua família ele não tinha importância, pois por ocasião da unção, todos os filhos de Jessé participavam do almoço, menos ele. Mas Deus conhecia o coração dele, porque o coração fala do homem interior, do caráter de um homem.

Depois da unção, o Senhor começou tornar Davi conhecido diante do povo de Israel. E também dos povos vizinhos. No entanto Saul, o rei de Israel, tinha inveja de Davi, porque o povo o amava. Passou anos atacando ele, no entanto o Senhor não permitia que tocassem nele. Por mais que Saul chegasse próximo de Davi, nada conseguia, porque Deus o guardava.

Certa vez, Davi estava morando no meio dos filisteus enquanto fugia de Saul, e estes o convidaram para ir a guerra. Enquanto se dirigiam à batalha, os governantes filisteus não se agradaram que Davi estivesse com eles, por isso o despediram para casa.

Enquanto Davi voltava para casa, as cidades estavam queimadas, e seus pertences, mulheres e filhos tinham sido levados cativos. O livro de I Samuel 30:6 diz: “Davi ficou profundamente angustiado, pois os homens falavam em apedrejá-lo; todos estavam amargurados por causa de seus filhos e filhas. Davi, porém, fortaleceu-se no Senhor, o seu Deus”.

Davi tinha uma visão privilegiada a respeito do Senhor. Isso a história contava a respeito dele. Enquanto o exército israelita estava com medo, Davi olhou para o Senhor e não para o exército filisteu, foi então que matou Golias. Enquanto seus seguidores queriam matar a Saul, ele o mantinha vivo, pois ele reconhecia a soberania do Senhor. Enquanto o povo estava entristecido pelos seus, que foram levados pelos filisteus, Davi fortalecia-se no Senhor.

De acordo com a visão como um todo que Davi tinha, ele entendia que era a favor dele: DEUS. Davi vencia a batalha antes mesmo que ela começasse, pois tinha consciência que Deus lhe daria vitória. Esse era o diferencial de Davi.

Trazendo essas lições para nossas vidas, podemos ver que muitas vezes estamos preocupados com a situação em si, com os nossos inimigos, com o que vemos, e não focamos no Senhor. Ai está a nossa derrota.

Se nossa visão estiver no Senhor, então saberemos como lutar, e contra quem lutamos e quem está conosco. No entanto, se nos focarmos em nossos inimigos, então estaremos indo em direção a derrota.

Fortalecermo-nos no Senhor e conhecê-lo a cada dia mais fará a diferença em nossas vidas. Assim como fez na vida de Davi. Depois que Davi fortaleceu-se diante do senhor, lutou contra seus inimigos e trouxe devolta sua família e tudo o que lhe pertencia.

Em diversas ocasiões estamos passando por dificuldades. A angustia toma conta da alma, estamos amargurados, nossos inimigos querem no matar. Mas há uma fortaleza. Deus é a nossa fortaleza.

O diferencial em nossas vidas é aprender com Davi: quando os problemas chegarem a nossa porta, que possamos olhar para Deus e não para o problema, para os inimigos. A nossa visão nos dará a direção, literalmente. Se olharmos pro problema, então teremos uma derrota à vista. No entanto, se olharmos pra Deus, e não somente isso, mas se nos achegarmos a Deus e quisermo-lo como nosso amigo, então a nossa visão mudará, e a vitória estará garantida.

Em Deus somos mais que vencedores.

Com amor,

Simone da Fonseca

domingo, 5 de outubro de 2008

Não levantarei minha mão contra ti

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 15:53 0 comentários
A minha e a sua vida são repletas de surpresas. Se olharmos pra traz, veremos muitas situações ruins, outras boas. Elas nos fizeram crescer, nos ensinaram a passar por várias etapas da vida.

Pensando a respeito de minha vida, olhando para os meus anos, percebi que muitas vezes a injustiça operou contra mim. Alguns me caluniaram, falando mentiras a meu respeito, espalhando comentários, que não eram verdadeiros, a meu respeito.

Em outras circunstâncias, alguns tiveram inveja da minha vida. Por mais que vivesse um estilo simples, a inveja tomou conta de muitos corações a meu respeito. Também, por muitas vezes, algumas pessoas não fizeram caso de mim, me desprezaram, não me trataram com respeito.

Em todas essas situações, porem, eu me calei. Deixei que falassem o que quisessem, pois tais pessoas, que agem dessa forma, não são dignas de crédito também, porque eu sempre tinha em mente que o que fosse que falassem de mim, não tinha importância, não era verdadeiro.

Davi passou por situações assim também. Apesar de não ter cometido nenhum ato contra Saul, este insistia em perseguir a Davi. Certa vez, porem, quando Deus entregou Saul nas mãos de Davi, este o poupou e não o matou. Disse então Davi a Saul: “O senhor julgue entre mim e ti. Vingue eles os males que tens feito contra mim, mas não levantarei a mão contra ti” (I Samuel 24:12).

Assim como Davi, eu também penso que Deus é o meu vingador. Confio na justiça do Senhor. E tenho visto com meus próprios olhos a vingança do meu Deus.

Há algum tempo eu tive um namorado que me extorquiu, mentiu pra mim, e por ultimo, se relacionou com outra moça ao mesmo tempo em que dizia me amar. Eu tomei um posicionamento diante de tais coisas: terminei o namoro. Certo dia, então, enquanto conversava com o Senhor, questionei-lhe a respeito daquele individuo, ao que o Senhor me respondeu: “Ele vive uma vida de extorsão. Não consegue conquistar nada, a sua vida e limitada e infeliz”.

Outras pessoas, que muito me invejaram, e eu na ocasião me calei, todas as coisas que elas invejavam de mim, ainda não possuem, apenas vivem uma vida insatisfeita e infeliz. E assim é com todos os que fizeram mal a mim.

Agora, olhe pra você. Será que ao olhar para as pessoas que te invejaram, caluniaram, deram mal testemunho a teu respeito: elas estão felizes? Satisfeitas com a vida que tem vivido?

Não se engane: Deus é justiça. Assim como Davi confiou na justiça do Senhor e obteve o favor de Deus, que vingou os inimigos de Davi, Deus fará com você. Não importa quem seja: um rei, um súdito, um capitão do exército, um servo, Deus o julgará. Há justiça da parte de Deus para todos os que se levantam contra os servos do Senhor.

Não precisamos, e nem ao menos devemos, preocupar-nos com a injustiça. Deus zelará ela justiça. Deus agiu em favor de Davi. No versículo 16 deste mesmo capítulo, Saul proclama: “É você meu filho Davi? Você é mais justo do que eu. O Senhor o recompense com o bem, pelo modo como você me tratou hoje. Agora tenho certeza que você será rei e que o reino de Israel será firmado em suas mãos”.

Aquele que perseguia Davi foi o que proclamou palavras de bênçãos a seu respeito. Assim será também comigo, contigo: o Senhor fará com que os inimigos sejam envergonhados e que eles próprios declarem bênçãos em nosso favor.

Que o Senhor nos abençoe.

Simone da Fonseca

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Algumas coisas não devem ser reveladas

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 22:56 0 comentários
“Leve um novilho com você e diga que foi sacrificar ao Senhor”. (I Samuel 16:2)

Há momentos em nossas vidas que devemos nos calar diante de um projeto, uma conquista, uma novidade. Alguns momentos das nossas vidas é preciso que estejam em segredo, não devem ser comentados.

Quando Samuel foi designado pelo Senhor para que fosse ungir o novo rei de Israel, o Senhor lhe disse que não dissesse o real motivo de sua viagem. Deus instruiu Samuel ao silêncio. E assim Samuel o fez.

O objetivo de sua viagem era ungir a Davi, no entanto Deus lhe instruiu que omitisse o real motivo e que, apenas dissesse que estava indo oferecer sacrifícios ao Senhor.

Nossas vidas são repletas de acontecimentos diários, e precisamos aprender esta sabedoria: algumas coisas devem apenas ser conhecidas por nós e Deus, ninguém além.

Em algumas circunstâncias a vitória para uma conquista é o segredo. Alguns projetos só serão bem sucedidos em nossas vidas se nos calarmos, totalmente.

Nem sempre a vitória estará em profetizarmos, mas no calarmos e esperarmos a chegada da vitória em Deus.

Com amor,

Simone da Fonseca

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Deus vai a Frente

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 14:52 1 comentários

“Na mesma hora Saul e todos os soldados se reuniram e foram para a batalha. Encontraram os filisteus em total confusão, ferindo uns aos outros com suas espadas”. (I Samuel 14:20).

Diante das mais profundas batalhas que temos que enfrentar, em nossas vidas, devemos ter em mente que Deus vai a nossa frente. Isso era o que estava acontecendo com Israel naqueles dias.

Saul havia sido colocado como rei sobre Israel, pois o povo clamava por um rei. Eles viam que todas as nações tinham um rei, somente eles não, então começaram a pedir a um rei (I Samuel 8:19 e 20). Apesar deles terem ao Deus Todo Poderoso sobre suas vidas, eles queriam um Rei.

Deus então lhes deu Saul como rei. E Saul tinha algumas qualidades que pode-se destacar: ele era um homem que sabia calar-se (I Samuel 10:27); ele liderava o povo com ousadia (I Samuel 11:7); Saul sabia reconhecer entre diferentes situações (I Samuel 11:13).

No entanto, numa das batalhas, Saul não sabia como agir. Então Deus usou seu filho Jonatas para que todo o exército dos filisteus entrasse em pânico. E foi isso que aconteceu. Jonatas começou, atacando cerca de 20 homens (I Samuel 14:14) e com isso causou alvoroço entre os filisteus.

Quando Saul chegou ate a batalha, eles viram um exercito se atacando a si próprio. Deus havia chegado primeiro e causado pânico entre eles. O Senhor dos exércitos estava a frente deles para lhes dar a vitoria e derrotar os filisteus.

Assim também acontece conosco. Deus usa situações para afrontar nossos inimigos e nos dar vitória, para que conheçam que o nosso Deus é um Deus poderoso.

A nossa vida conta com muitas adversidades, mas precisamos diferenciar as situações que antecedem a batalha da batalha em si. Deus permite situações anteriores a batalha para quando ela vier, possamos estar preparados.

Se aprendermos com Deus nas nossas batalhas diárias, se resolvermos recebê-las como algo que nos preparara, ao invés de reclamar delas, Deus certamente nos dará vitoria.

Com amor,

Simone da Fonseca

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Deus é amor

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 16:54 1 comentários
“A vida muda drasticamente quando o romance entra em nossa vida. O Cristianismo muda drasticamente quando descobrimos que ele também é um grande romance”
John e Stasi Eldredge


Deus é amor! Se tiver uma frase bem conhecida por todos nós é esta. Temos até mesmo igrejas com este nome! DEUS É AMOR. Que orgulho pronunciar isso! Mas será o que nosso viver, e não apenas o nosso falar, denuncia que Deus é amor?
Como diz a frase que citei acima, tudo muda quando entendemos que o amor é que rege todas as coisas. No fundo, todos desejamos viver o amor, um grande amor. E amar vai além do que um simples sinal, sentimento, emoção... Amor é uma escolha.
O que me espanta é que o que era simples se complicou. Deus é amor: sentença simples, objetiva, mas que se tem complicado, porque tentamos hoje colocar o amor de Deus, e também o amor que dizemos conhecer, dentro dos nossos próprios moldes.
O amor que Jesus demonstrou quando nesta terra viveu não é a realidade que vivemos, porque eu amo o meu próximo enquanto posso tirar algum proveito dele, no entanto, quando me sinto ameaçado por ele, já não lhe devo mais amor, apenas me defendo. É esse tipo de amor que temos vivido nos dias atuais.
Mas não fomos criados para isso, para esse tipo de relacionamento, antes, fomos criado por um tipo de relacionamento de doação, de renúncia, de entrega (Jo 3:16). Enquanto não aprendermos a vivermos dessa forma, tudo será um mero discurso.
Que temos feito? Qual nosso posicionamento? Não podemos nos assemelhar aos mornos, pois o lugar que lhes cabe é o lago de fogo e enxofre. Oremos pois ao doador do amor para que nos ensine como amar, não segundo nossos conceitos, mas sim, segundo o Seu modelo.
Com amor,
Simone da Fonseca
 

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