Deus tem feito preciosas promessas a todos nós, constantemente. A sua palavra é, em suma, promessa para mim e para você. Deus não apenas faz promessas, mas também as cumpre, todas elas. É o que vemos explicitamente neste versículo chave do livro de Josué. O que acontece, porém, que as promessas de Deus parecem não se realizar em nossas vidas?
domingo, 21 de setembro de 2008
Boas promessas
Deus tem feito preciosas promessas a todos nós, constantemente. A sua palavra é, em suma, promessa para mim e para você. Deus não apenas faz promessas, mas também as cumpre, todas elas. É o que vemos explicitamente neste versículo chave do livro de Josué. O que acontece, porém, que as promessas de Deus parecem não se realizar em nossas vidas?
A caneta que cura
Conheci Philip Yancey quando ambos tínhamos 22 anos. éramos ambos editores recém-formados na revista Campus Life, de Youth for Christ [Mocidade para Cristo]. Ele era de altura mediana, sem nenhuma gordura em seu corpo e tinha um cabelo enrolado numa espécie de loiro afro. Magro, embora não atlético, possuía toda a energia necessária. Ele chegou ali vindo de uma criação fundamentalista na Georgia, através do Columbia Bible College e do mestrado no Wheaton College. Sua mãe o criou como mãe solteira enquanto ensinava turmas de escola bíblica; Yancey cresceu pobre, em um trailer, junto com o irmão. Ambos foram criados para tocar piano e apreciar música clássica, de que, aliás, Yancey gosta até hoje. Eles aprenderam a trabalhar duro e a respeitar autoridades – e, mais ainda, aprenderam o Cristianismo fundamentalista. Nada importava muito, comparado a isso. Muitos se esquecem da infância fundamentalista, mas Yancey não foi um destes. Ele absorveu o caminho estreito, sua mentalidade rígida e sua forte e brava abordagem da verdade. E depois a rejeitou. Quando o conheci, ele havia escapado deliberadamente do fundamentalismo, mas isso já seria outra história...Philip Yancey havia deixado aquele mundo, mas não penso que saiu ileso. A força do fundamentalismo é sua pressão e pureza. Fundamentalistas sabem no que acreditam e são firmes em promover sua crença. Geralmente, eles podem dizer o que você pensa também; muitas vezes, são melhores em definir e criticar as posições dos outros do que em ouvir sobre como os outros os entendem. O que parece permanecer com os ex-fundamentalistas são os princípios, a vontade de lutar pela verdade e também uma forte reação à sabedoria rígida da mente dos fundamentalistas. Pelo menos é o que vejo em Yancey: um poderoso senso de honestidade e idealismo, e resistência sobre fazer julgamentos. Em Wheaton, aquele que logo seria um dos mais celebrados escritores cristãos trabalhou para reconstruir seu mundo, procurando limpar-se das características fundamentalistas enquanto preservava (e descobria) a fé genuína e honesta.A bem da verdade, Yancey havia chegado ao Wheaton College a fim de preparar-se para o campo missionário, em parte porque seu pai, falecido em decorrência de pólio quando os filhos eram crianças, havia planejado ser missionário. Quem conhece Philip Yancey sabe que o que ele planeja fazer, faz. Campus Life, no entanto, foi um acidente, e não algo planejado. Ele precisava de um emprego enquanto freqüentava a escola e a revista lhe ofereceu esta oportunidade. A publicação era praticamente toda escrita pela equipe. O trabalho de um editor era, mais do que qualquer coisa, escrever. Tornou-se óbvio imediatamente para Harold Myra, nosso chefe e mentor, que Yancey era um talentoso e ativo escritor. Foi um achado para a revista – da mesma forma, um achado para ele. Esclarecido, cheio de vitalidade e criativo, Yancey teria sido bem-sucedido em qualquer coisa. Seria, sem dúvida, um ótimo missionário. Mas o ato de escrever deu a ele a oportunidade de colocar sua energia e sua inventividade em prol de seus ideais e princípios. Durante os anos em que trabalhei na Campus Life, nunca o vi esquecer um só detalhe. Ele era perfeccionista e determinado; tinha uma personalidade controlada e dirigida, que o levava a mergulhar sem reservas em tudo o que fazia. Mas era muito mais compreensivo do que a maioria dos perfeccionistas. Acho que o levei à loucura com os meus esquecimentos, mas raramente ele se mostrou impaciente. Suspeito que isso se deva ao seu passado fundamentalista. Simplesmente, ele não queria julgar os outros e machucá-los como os outros o haviam ferido. Seus escritos melhoraram de forma incrível ao longo dos anos. Não me lembro de nenhum sinal, nos primeiros anos que trabalhamos juntos, de que ele seria um artista com as palavras, um escritor capaz de nos encantar. Philip Yancey é autodidata. Todos os seus melhores escritos são marcados por uma observação precisa e pelo cuidado ao chegar a conclusões. Com humildade, convida seus leitores a acompanhá-lo numa jornada de aprendizado, também trilhada por ele. Sim, Yancey continua sendo um missionário em seu coração. Ele quer mudar vidas. Desde que o conheço, ele está voltado a pessoas sofredoras. Compartilha suas experiências através de cartas e conversas. De alguma forma, as pessoas reconhecem esta sensibilidade nele – tanto que começou a receber uma quantidade enorme de confissões, mesmo antes de ser um autor conhecido. As pessoas o procuram para falar sobre sua dor. Alguém disse um dia que escrever começa com uma dor de cabeça. No caso de Yancey, começou com uma dor no coração. Alguns de seus títulos dão bem a idéia disto: Onde está Deus quando chega a dor? e Decepcionado com Deus. Por outro lado, sua visão mais concreta e positiva da fé pode ser vislumbrada em obras como Maravilhosa graça, O Jesus que eu nunca conheci e Aliviando a bagagem, entre tantos outros.Dois lugares foram de grande importância na vida de Yancey. No fim dos anos 1970, ele e sua mulher, Janet, mudaram-se para Chicago. O trabalho dela no centro de idosos da LaSalle Street Church envolveu o casal em uma igreja histórica. LaSalle era uma congregação que acreditava no Evangelho e aceitava pessoas problemáticas da forma que chegavam. A comunidade mostrava preocupação tanto com o corpo quanto com a alma. E lá, o escritor podia ser ele mesmo; até dava aulas na escola dominical. Como ex-fundamentalista, Yancey estava ressabiado com a Igreja, mas LaSalle o trouxe de volta. Ele descobriu que poderia ser parte do Corpo de Cristo – seus dons seriam bem-vindos e honrados. Acontece que Chicago era muito mais do que aquela igreja. Os Yancey mergulharam na complicada cultura das grandes cidades, com todas as suas coisas boas e ruins – a magnífica Sinfônica local, por exemplo, ou o beisebol apaixonante do Chicago Cubs. Havia também aglomerações, violência urbana e grandes restaurantes. Tudo muito diferente do que havia na sua Geórgia, mas ele se adaptou àquele ambiente cosmopolita. Ainda assim, uma grande parte de Philip Yancey estava radicalmente insatisfeita em Chicago. é que ele precisa da natureza, assim como o violino precisa de um arco. Portanto, nos últimos 15 anos, o casal vive no Colorado, em uma situação oposta à de Chicago – sem grandes concertos ou estádios de beisebol, mas também sem mendigos ou crimes. Há poucos restaurantes, mas eles têm as montanhas. E, em 2007, Yancey alcançou um objetivo importante para ele (e objetivos sempre são importantes para Philip Yancey): escalou o último dos 54 picos mais elevados do Colorado. O alpinismo é para ele apenas recreação, mas superar os obstáculos da subida o ajuda a avaliar tanto a beleza das montanhas quanto a capacidade de sua força de vontade. A mesma tenacidade ele carrega para as letras. Escrever é sua vocação, e ele a exerce com muita seriedade. Eu confesso que apenas gosto de escrever. Poderia escrever sobre quase tudo; minha paixão é escrever da forma mais artística e articulada possível. Se eu disser ao leitor algo que ele não sabia, então considero meu trabalho feito. Mas, Philip Yancey, não. Ele escreve para curar. Por vezes, retoma a semente de seu passado fundamentalista – as Boas Novas para os que sofrem e estão perdidos – e está determinado a transmitir essa mensagem. Apto, como qualquer perfeccionista, a se auto-condenar, ele carrega uma alarmante mensagem que ainda sente dificuldade em aceitar: a de que Deus nos ama! O dom especial de Philip Yancey é o de comunicar a graça aos que sentem dor, e o faz aproximando-se deles gentilmente, e não empurrando palavras com força. é claro – todos experimentaram a dor. Portanto, de alguma forma sua mensagem é universal. Ainda assim, a resposta visceral vem dos cristãos machucados pela vida, feridos pelas falhas das igrejas. Gente que questiona se Deus pode cuidar deles enquanto permite que sofram desta maneira. Philip Yancey entende a dor. E trabalha duro, tremendamente duro, para, através de sua caneta, transmitir uma mensagem simples: a do amor de Deus.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Todos os ritmos? Você está brincando!
Tenho pensado muito sobre o que é louvar ao Senhor, como louvá-lo, onde louvá-lo. Quando falamos em louvar, o que vem primeiro a mente são alguns hinos, acompanhados de uns instrumentos, ou até mesmo só o violão. E está feita a adoração ao Senhor. Mas quando olhamos para a Palavra do Senhor... Bem, se formos um pouco mais fundo no estudo, veremos que não é exatamente assim.
Eu confesso, sou muito curiosa! E hoje, enquanto pensava sobre a música como instrumento de adoração e louvor, me deu uma curiosidade muito grande em saber mais a respeito deste tema. Eu pesquisei, e pra falar a verdade, gostei demais do que encontrei.
Os primeiros versículos que achei dizem respeito à com o que louvar ao Senhor. Você pode se surpreender com a quantidade de formas mencionadas na Bíblia com relação à adoração ao Senhor. São essas as que encontrei:
- HARPA: Salmos 33:2; Salmos 98:5
- BRADOS DE JÚBILO: Salmos 66:1; Josué 6:5; I Samuel 4:5
- SALTÉRIO DE DEZ CORDAS: Salmos 33:2
- VOZ DE CANTO: Salmos 98:5
- ADUFE: Salmos 150:4
- TROMBETA: Salmos 150:3
- DANÇAS: Salmos 150:4; Salmos 149:3
- INSTRUMENTOS DE CORDA: Salmos 150:4
- FLAUTA: Salmos 150:4
- CÍMBALOS: Salmos 150:5
- ESTANDARTES: Isaías 13; Isaías 5:26; Salmos 20:5
- CÍTARA: Daniel 3:5
- ÓRGÃOS: Gênesis 4:21; Jó 21:12; Salmos 150:4
- GAITA DE FOLES: Daniel 3:5
- TAMBORES: I Samuel 10:5; Isaías 24:8
- PANDEIROS: Êxodo 15:20; Salmos 68:25
- VIOLINOS: Isaías 14:11; Amos 5:23
- CHIFRES DE ANIMAIS: Josué 6:8.
- COM GRATIDÃO: Colossenses 3:6
- COM PALMAS: Salmos 98:8; Isaías 55:12
Meu Deus! Nós só o louvamos com as vozes e instrumentos de corda! É incrível, mas às vezes até a gratidão falta. Deve ter alguma coisa errada na nossa forma de cultuar ao Senhor. Bem, aqui a vontade é de desistir de escrever, já estou decepcionada comigo, com a igreja, com o sistema. A nossa forma de adorar ao Senhor se mostrou tão limitada. Como adoramos ao nosso Deus com tão poucos recursos. Ele, o criador de todas as coisas é adorado com tão pouca dedicação.
Mas eu vou prosseguir! Tenho ainda mais coisas pra escrever aqui! Pois eu também pesquisei sobre quem deve louvar ao Senhor. O que descobri foi que devem louvar ao Senhor:
- OS SANTOS: Salmos 30:4
- OS ANJOS: Atos 3:8; Lucas 2:13
- A GRANDE MULTIDÃO: Atos 3:8; Lucas 2:13
- OS GENTIOS: Romanos 15:11
- OS SERVOS: Apocalipse 19:5
- OS QUE O TEMEM: Apocalipse 19:5
- OS PEQUENOS: Apocalipse 19:5
- OS GRANDES: Apocalipse 19:5
- OS VIVOS: Salmos 88:11
- TODOS OS POVOS: Salmos 66:1; Romanos 15:11
Aqui mesmo, a vergonha toma proporções ainda maiores, pois o que vemos é que todos devem louvar ao Senhor, mas muitos, muitos mesmo, se recusam a gastar um tempo adorando a Deus. E quando falo adorando a Deus, falo cantando, usando a música, e não adorando ele com oração, pois a oração é mais uma forma de louvor. Só não a mencionei, pois estou relacionando formas de adoração que envolvam música.
Eu ainda quero escrever as informações que encontrei na Bíblia de onde devemos louvar ao Senhor. E digo devemos, porque agora, mesmo que eu ou você não queiramos louvar, descobrimos que Salmos 66:1 nos indica que todos devemos louvar ao Senhor. Encontrei alguns lugares para louvar ao Senhor, a saber:
- NA CASA DO SENHOR: II Crônicas 5:13
- NO TRABALHO: Esdras 3:10
- EM JERUSALÉM: Salmos 116:19
- NA CONGREGAÇÃO: Salmos 22:22
Todas as referências que encontrei, só me levam a uma conclusão: não estamos louvando a DEUS da forma devida. Ele merece muito, mas o que temos dado é pouco. Louvamos a Deus com os mínimos recursos, pois a maioria o sistema nos privou: não, este instrumento não, ele é do diabo (bem, se um irmão “Beltrano” comprar um instrumento, o instrumento será do irmão “Beltrano” e não do diabo. Aconselho ao irmão “Beltrano” que não venda seu instrumento ao diabo). E isso quando louvamos ao Senhor, porque alguns dentre nós reservam-se ao “direito” de não louvarem ao Senhor com músicas, principalmente quando não são as da Harpa Cristã. Em se tratando de lugar, isso é desesperador! No nosso meio existe um povo que nem ao menos louva ao Senhor!
A vontade é de chorar. Todos criticam os mundanos, afinal, são um bando de pervertidos, que não tem a salvação e que só sabem fazer barulho. Mas eu afirmo: a maioria deles louvam com muito mais intensidade o deus deles do que nós louvamos o nosso DEUS.
Misture todos os instrumentos que tenho listado acima, e teremos valsa, samba, pagode, rock, salsa, merengue, bolero, tango, dance. Junte as palmas, e o nosso Deus começa a ser adorado com mais intensidade. Inclua os gritos e júbilo. No mínimo, o que pode acontecer, são as muralhas de Jericó caírem. Se não conseguir as de Jericó, quem sabe as suas próprias!
Deus DEVE ser louvado. Note que frisei muito bem o DEVE! É porque temos que dar grande importância a isso. Eu particularmente não quero perder na adoração a DEUS pra um mundano sem salvação. O meu DEUS, que criou todas as coisas, será sempre adorado por mim, e olha o detalhe: nunca o adorarei porque é uma obrigação, apesar de eu saber que é, mas o adorarei com todas as minhas forças porque pra mim é um prazer adorá-lo, afinal de contas, tudo o que tenho é Ele quem me deu! O mínimo que posso retribuir é o adorando!
Pense nisso! Se as minhas palavras não forem o suficiente pra te convencer, que pelo menos as Dele te convençam. E se as Dele não te convencerem... Bem, você, pra mim, é um caso perdido.
Com amor,
Simone da Fonseca
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Uma promessa de 45 anos
As andanças pelo deserto não fizeram Calebe esquecer da promessa. Após derrotar 31 reais, Calebe se achegou a Josué e lhe lembrou da promessa que o Senhor lhe fizera, ainda quando Moisés era vivo. Josué o abençoou e Calebe tomou posse da terra, sua herança.
O que acontece hoje é que desconfiamos da palavra, da promessa do Senhor. Um ano se passa e já não acreditamos mais que Deus realmente pode cumprir, e até mesmo desconfiamos de que realmente foi Deus quem nos prometeu...
Mas não é assim que acontece, quando Deus promete, ele vela por cumprir a sua palavra, ELE CUMPRE! Não importa o tempo, confie!
Se um mês, confie. Se dez anos, confie. Se quarenta e cinco anos, confie. ELE É FIEL PRA CUMPRIR!
Com amor,
Simone da Fonseca
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Clamor
Deus respondeu ao clamor de Josué e fez como ele pediu. O livro de Josué, no capítulo 10 e versículos 13 e 14 dizem: “O sol parou, e a lua se deteve, até a nação derrotar os seus inimigos, como está escrito no livro de Jasar. O sol parou no meio do céu e por quase um dia inteiro não se pôs. Nunca antes nem depois houve um dia como aquele, quando o Senhor atendeu a um homem. Sem dúvida o Senhor lutava apor Israel!”.
Josué precisava ganhar daquele exército. E Deus já havia lhe entregue em suas mãos. A estratégia que Josué usou precisava de uma medida extrema, e isso Josué confiou ao Senhor. Foi então que fez o pedido ousada à Deus: “Sol, pare sobre Gibeom! E você, ó lua, sobre o vale de Aijalom!” (Js 10:12).
Deus atendeu ao pedido ousado de Josué. O sol parou, a lua se deteve diante do pedido de um filho íntimo de Deus. Deus não escolheu Josué por acaso para dirigir Israel na tomada de posse da terra. Deus escolheu Josué pela confiança e intimidade que tinha com Deus.
Deus não tem medo de pedidos ousados. Ele é a ousadia em pessoa! Deus não rejeita nenhuma oração, nem “pequena” nem “grande”. O que Deus busca são corações íntimos e confiantes!
Só pode ser ousado e sincero quem tem intimidade. Ninguém chega para outro alguém e faz um pedido atrevido se não conhece este outro alguém. E sem conhecermos a Deus, nossa vida passa, e só isso. Nada de diferente acontece, nada recebemos, nada realizamos, nem mesmo vivemos. A vida apenas passa.
No entanto, ao passo que caminhamos em direção à intimidade com Deus, nossa vida começa a ser vivida. Temos ousadia diante dele para fazermos pedido inusitados, temos coragem de fazermos coisas diferentes, passamos a viver e acreditar que é possível realizar.
Deus quer que tenhamos uma vida plena, vivendo intensamente, recebendo suas dádivas, andando no poder de Deus e recebendo respostas a pedidos inusitados, mas primeiro, antes de qualquer coisa, é a intimidade o que Ele deseja de nós.
Hoje é o dia de romper?
Com amor,
Simone da Fonseca
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
NÃO QUERO
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim… Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível… E que esse momento será inesquecível… Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém… e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo…
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe… Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…
Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros… Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão… que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena !
Mario de Miranda Quintana, gaúcho da cidade de Alegrete, é o poeta das coisas simples. Despreocupado em relação à crítica, faz poesia porque “sente necessidade”, segundo suas próprias palavras.
Sabedoria direcionada a relacionamentos
Hoje estive num culto, da igreja que tenho freqüentado, e o pastor falou a respeito de sabedoria. Falou da família e do casamento e isso me inspirou a escrever o devocional de hoje.
O livro de Provérbio, no capítulo 4 e versículo 7 recomenda: “O conselho da sabedoria é: Procure obter sabedoria; use tudo o que você possui para adquirir entendimento”. Visto que a Bíblia nos recomenda tal coisa, proponho que estudemos juntos a respeito do relacionamento sentimental baseado na sabedoria do Senhor, que podemos adquirir temendo ao Senhor, segundo indica Provérbios 9:10.
Quando alguém busca outro alguém para se relacionar para o resto de suas vidas, o que deve busca nesta pessoa? Precisamos agir com sabedoria para a escolha que regerá o resto de nossas vidas. Desculpem-me, o estudo é bem pesado, e talvez nos mostrará que ainda não estamos preparados para o relacionamento sentimental. Serei bíblica, prometo não agradar ninguém que queira ouvir uma palavra “mamão com açúcar”.
Em nossa busca pela sabedoria, quero salientar o que Jesus orientou a respeito do divórcio. Queridos, temos que ser práticos a respeito disso, porque o casamento é uma aliança que não pode ser quebrada. Mateus narra: “Jesus respondeu: "Moisés permitiu que vocês se divorciassem de suas mulheres por causa da dureza de coração de vocês. Mas não foi assim desde o princípio” MT 19:8. Por isso é muitíssimo importante observar vários aspectos durante a escolha, e não apenas agir pelo estereótipo.
Outra coisa abominável ao Senhor é o lesbianismo, o homossexualismo. A Bíblia recomenda: “Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” Romanos 1:27.
Segundo a Bíblia, o princípio fundamental para este relacionamento é este: “Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito” Efésios 5:33. A partir daqui podemos começar a desenhar algo seguro para nosso futuro: o homem ama a mulher incondicionalmente (visto que as mulheres são sentimentais e o que mais precisam é receber carinho, amor) e a mulher respeita o homem (visto que são racionais e precisam se sentir honrados, respeitados).
O principio fundamental diz que o homem ama e a mulher respeita. A sabedoria, portanto, indica que quando você for escolher alguém, escolha alguém que te ame, se você for mulher, e que te respeite, se você for homem. Se estiveres em um relacionamento onde a mulher não é amada, o homem não é respeitado, o relacionamento não segue o primórdio da sabedoria bíblica. Cai fora!
Agora, em se tratando de escolha, a Bíblia fala a respeito de mais aspectos ainda. Vou dividir o estudo agora em duas partes: conselhos para os rapazes observarem nas moças e conselhos pras moças observarem nos rapazes.
Vamos começar com o que os rapazes devem observar nas moças, segundo a sabedoria Bíblica:
- Dignas, não caluniadoras (fofoqueiras), sóbrias, confiáveis em tudo (I Timóteo 3:11);
- Relevantes na maneira de viver, não sejam caluniadoras, não dadas a muito vinho, capazes de ensinar o que é bom, que amam seus maridos e filhos, prudentes, puras, ocupadas em casa (saberem fazer o serviço de casa), bondosas, sujeitas a seus maridos (ou a seus pais, quando solteiras) (Tito 2:3-5);
- Dócil e tranqüila (I Pedro 3:4);
- Digna de confiança, que faz o bem, trabalhadora, que sabe negociar, economizar, que não é preguiçosa, altruísta, alegre, sábia, amorosa (Provérbios 31:10-).
Moças, muitas são as suas obrigações (minhas também). Diante de todos os aspectos que os rapazes desejam daquela que será sua escolhida, é preciso buscar a sabedoria do alto para que possam conduzir o casamento à um lar onde a sabedoria de Deus habita e onde há paz.
Agora, o que as moças devem observar nos rapazes (e principalmente sem deixar que a emoção tome conta, porque caso isso aconteça, não poderá observar firmemente tais aspectos):
- Moderado, sensato, respeitável, hospitaleiro, apto a ensinar, não apegado ao vinho, nem violento, amável, pacífico, não apegado ao dinheiro, boa reputação perante os de fora, homens de palavra, honestos (I Timóteo 3:2-8);
- De homens egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, ingratos, ímpios, irreconciliáveis, sem amor pela família, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, precipitados, traidores, soberbos deve se desviar (II Timóteo 3:2-4);
- Moderados, dignos de respeito, sensatos e sadios na fé, no amor e na perseverança (II Tito 2:2);
- Sábios no convívio com suas mulheres (no caso com as mães), dando honra (I Pedro 3:7).
Rapazes, assim como as moças, muito é esperado de suas atitudes. Principalmente pelo fato de que a Bíblia considera o homem como sacerdote do lar, o seu principal provedor, responsável também pela questão espiritual de sua família.
Agora, quanto a sabedoria, gostaria também de indicar que seja perseguida a sabedoria de Deus, visto que existem duas sabedorias. A sabedoria de Deus é pura, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia, de bons frutos, imparcial e sincera. No entanto, também existe a sabedoria mundana, que consiste em: inveja amarga e ambição egoísta, que nega a verdade. Tal sabedoria é terrena, não é espiritual, mas demoníaca.
Efésios 1:17 diz: “Peço que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, lhes dê espírito de sabedoria e de revelação, no pleno conhecimento dele”. E isso é o que deve-se buscar, sabedoria, revelação e pleno conhecimento dele, pois assim será uma decisão acertada, diante da sabedoria que vem de Deus.
Rapazes e moças, pensem muito bem antes de casar. Não quero com isso dizer que só assim é que deve-se agir. Tem-se a escolha de pagar o preço também, depende da disposição de cada homem, ou mulher. No entanto, os preceitos do Senhor são a melhor escolha. Com certeza, nenhum rapaz, nenhuma moça são artigos de R$ 1,99, portanto deve se valorizar e buscar antes de mais nada ser a pessoa certa, para receber a pessoa certa também.
Ninguém que não é feliz pode fazer o outro feliz. Ninguém que não é completo pode completar o outro. Como disse com muita propriedade Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você”.
Com amor,
Simone da Fonseca
sábado, 13 de setembro de 2008
O propósito da prosperidade
Todas as coisas Deus criou com um propósito especifico. Em se tratando da prosperidade não é diferente. Deus deseja que sejamos prósperos e em sua palavra nos ensina em diversas passagens a respeito de preceitos para a prosperidade.
A palavra correspondente a prosperidade no Hebraico é “tsaleach” que significa: ter sucesso, prosperar. Ocorre 65 vezes no Velho testamento. Enquanto os israelitas foram fieis ao Senhor, prosperaram em todos os seus empreendimentos. As colheitas eram abundantes, os animais saudáveis, os filhos abençoados, a saúde era muito boa e desfrutavam de uma existência longa. Já no grego, a palavra correspondente é “euodoo” que quer dizer: ajudar a caminhada de alguém, prosperar, ser próspero.
Moris Cerrulo comenta que “a verdadeira prosperidade não e o acumulo de riquezas ou de coisas materiais deste mundo, tais como automóveis luxuosos, mansões, jóias e roupas de grife. Esse é o conceito mundano de prosperidade. A verdadeira prosperidade, que Deus planeja para o seu povo, é muito mais que isso! É a abundância de todas as suas bênçãos, tanto espirituais quanto temporais: saúde, proteção, riquezas espirituais, provisão para necessidades e bênçãos materiais. A verdadeira prosperidade consiste em total bem estar – no espírito, na alma e no corpo”.
O Senhor deseja nos dar muito além do que bens matérias. O propósito de Deus é que muitos vejam os cristãos e desejem ser como eles. Por exemplo: um empresário muito rico olhará para um empresário cristão também rico, e desejará ser como ele. Por quê? Porque o empresário cristão tem prosperidade material mas, sobretudo, espiritual, o que o outro empresário pode não ter e desejar.
Nossa vida não se resume a bens materiais, mas a um vazio interior que só pode ser preenchido pela plenitude do Espírito de Deus. A prosperidade de Deus, então, engloba todos os aspectos do ser humano, desejos incluindo desejos físicos, psicológicos e emocionais.
Possuir a prosperidade de Deus é ter a melhor vida do mundo, porque em Deus já recebemos a benção e podemos obter todas as coisas. Bill Winston, pastor americano, tem ensinado muito a respeito da prosperidade do Senhor e ele ensina que sem que aja um propósito, não há prosperidade.
O Senhor que nos ensinar. Estejamos com nossos corações abertos para receber o que o Senhor tem a nos ensinar, meditando constantemente em sua palavra e parando diariamente para lhe ouvir.
Com amor,
Simone da Fonseca
Fazer da vida algo Belo
A vida passa rapidamente, isso é uma grande verdade que também encontramos na Bíblia:“...acabam-se os nossos anos como um breve pensamento.”(Salmos 90.9)
Temos de aprender a viver. Ou vamos deixar para aprender isso na hora de morrer? Esse não é o propósito de Deus para nós! Temos de aprender a fazer da nossa vida algo bonito para Deus.
Fazer dela algo que realmente cause motivação nas outras pessoas, de modo que eles desejam viver assim também.Precisamos escapar das ciladas que o inimigo arma para deixar nossa vida pior. Ele quer que tenhamos baixa qualidade de vida.
Se estivermos bem, sabendo viver, vamos poder ajudar muito mais os outros. Seremos pessoas muito mais agradáveis, que exalam o bom perfume de Cristo. Vamos amar a vida, ser mais realizados. O maior patrimônio que alguém pode construir é aprender com Deus a viver todos os dias da vida em plenitude. Mesmo que as dificuldades venhas, a diferença será na maneira em que vamos olhar para elas.
Você pode aprender mais, lendo o livro “Querem te matar, antes porém te adoecer”.
Acessa aí: http://www.prjorge.com.br/conteudo.asp?go=artigoview&id=27&local=artigo
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Conhecê-lo face a face
Ao me deparar com este versículo, parei para refletir o real sentido da vida, para nós, cristãos. Cada indivíduo tem o seu conceito. No entanto, o maior dele, para nós cristãos, é conhecer a Deus.
Com certeza, em matéria de conhecer ao Senhor, Moisés ganha consideravelmente. Ao ler este versículo, podemos observar este fato. Então, não será nada mal procurarmos entender a vida desse grande homem de Deus. Recomendo que leiam o Pentateuco, ele fala muito a respeito de Moisés.
Mas em suma, Moisés era uma criança escolhida pelo Senhor, ainda muito nova. Quando tinha poucos meses, sua mãe não podendo mais escondê-lo, o colocou em um cesto e deixou que as águas do rio do Egito o levassem. Moisés foi ao encontro da filha do Faraó, que adotou como seu filho.
No tempo determinado por Deus, Moisés saiu do Egito como fugitivo, e foi para o deserto, aprender a vida no deserto, visto que até aí não a conhecia, pois morava no palácio do Faraó.
No deserto teve seu encontro com Deus e sua vida mudou. Falava com Deus, andava com Deus. Certo dia, o senhor lhe falou dos seus propósitos, e levou Moisés novamente diante do Faraó, para que o propósito de Deus para Israel se cumprisse.
O Senhor confiou a Moisés o cuidado e governo sobre mais de um milhão de pessoas que saíram da escravidão do Egito rumo à terra que o Senhor lhes daria. Em todo tempo, o Senhor conversava com Moisés. Os anos do deserto, Deus se dirigia diretamente a Moises, e somente à ele. Deus tinha intimidade com Moisés, chamava-o de amigo. Falava face a face.
Profunda era a comunhão de Deus com Moisés, a ponto de conversar a respeito de todas as coisas com Moisés e muitas vezes mudar o castigo que enviaria àquele povo por causa da intercessão de Moisés.
Não este o maior propósito de nossas vidas? Ou haverá outro maior? Ter intimidade com Deus vai além de servi-lo. Mais importante coisa é nos relacionarmos com Ele do que fazermos algo para Ele. Para Deus, o maior de todos os interesses, para nós, deve ser o relacionarmos com Ele.
Deus nos criou para o relacionamento intimo com Ele. Todas as demais coisas nos seguirão se tão somente o buscarmos em primeiro lugar, com paixão, com seqüência, com veemência. E não há maior prazer do que esse!
Com amor,
Simone da Fonseca
