domingo, 31 de agosto de 2008

Relacionamentos Corrompidos

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 20:40 0 comentários
É triste dizer isso, mas os dias atuais são dias de muita insegurança quando se trata de relacionamentos. A palavra já não vale mais nada, apesar de Deus requerer que as nossas palavras sejam sim, sim, não, não (MT 5:37).

O que se vê hoje são atitudes impensadas, relacionamentos que se rompem sem mais nem menos, pessoas que fazem das outras descartáveis, como objetos, não mais compradas por um alto preço, preço de sangue, mas sem valor, como se nada fossem ou valessem.

O que importa é o que eu ganho com isso, e não mais se eu tenho responsabilidades diante de um relacionamento, sendo que eu tenho que me empenhar em dar o melhor de tudo o que sou, sem reservas, com amor.

Um dos maiores problemas é que ao invés do mundo estar se adaptando a igreja, é a igreja quem está se adaptando ao mundo. Dentro da igreja existe o “ficar”, o “namoro vapt-vupt”, o namoro que é praticamente um casamento, a falta de compromisso que de nada se difere, infelizmente, do comportamento do mundo.

Mas eu tenho boas novas pra você. Deus pode trazer a cura para as feridas que tais relacionamentos trouxeram sobre a sua vida. Como o livro do Dr. Silmar Coelho, intitulado PALAVRAS QUE CURAM, diz: “O desejo de DEUS é que você ande de cabeça erguida, livre das conseqüências infelizes; pronto para ser alguém de valor; apto a enfrentar a vida sem medo. Não estou dizendo que você não sofrerá outra vez. Mas afirmo com segurança que a fé na Palavra de DEUS o levará a encarar cada nova dificuldade debaixo das asas da esperança. Você ainda vai chorar, mas as lágrimas brotarão de um lugar diferente – Um lugar que você não vê nem pode tocar, mas de algum modo você chegou lá e foi transformado para entender que as dores da alma podem ser consoladas e as feridas emocionais por fim estão fechadas".

O Senhor se importa com sua vida, e lhe dá tão grande valor a ponto de morrer por ti a pior das mortes, a morte de cruz. Deus certamente lhe trará alguém especial, que honrará você e te dará o devido valor. Deus é fiel.

Apenas não se esqueça: Para ter a pessoa certa é preciso ser a pessoa certa.

Com amor,

Simone da Fonseca

Riqueza do Senhor

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 20:13 0 comentários
Tenho observado muito a palavra de Deus e tenho visto que o Senhor sempre se importou que seu povo tivesse o melhor e que os despojos dos seus inimigos fossem entregues ao povo de Israel.

Deus está “preocupado” com o seu sustento.

Bem, creio que já falei a respeito do sustento de Deus para o seu povo. A leitura de hoje me fez perceber mais uma vez que o propósito de Deus nunca foi deixar o povo passar necessidades no deserto, antes os sustentou e enriqueceu lá, no deserto, antes mesmo de chegarem à terra prometida.

Toda vez que Israel guerreava, e conseqüentemente vencia, o Senhor lhes entregava os despojos da guerra (Nm 31:11; Dt 20:14). Cada vez que guerreavam, Israel recebia os despojos da guerra do Senhor.

Tudo o que receberam ficou com eles. Do que receberam, uma quantia equivalente à 20 bilhões de dólares, nos valores atuais, foi o que utilizaram para construir o templo de Salomão. Realmente Deus os fez ficarem ricos, e não havia povo mais poderoso sobre a face da terra do que o povo de Israel.

Hoje, as mesmas promessas que o Senhor fez à Israel podem ser cumpridas em nossas vidas, se recebermos do Senhor as suas promessas. Não como desesperados por dinheiro, mas como conhecedores de que Deus é quem provê todas as coisas em nossas vidas e de que não precisamos muitas vezes nem lutar, pois é Ele quem luta por nós.

Esse foi o caso de Josafá. Ele simplesmente buscou ao Senhor, e o que recebeu dele foi todos os despejos, apenas. Nem ao menos precisou lutar, pois o Senhor mesmo confundiu os seus inimigos e eles lutaram entre si. Quando Josafá chegou à guerra, tudo o que restou foram os despojos, pois todos os inimigos estavam mortos (2 Crônicas 20:17).

O salmista pronuncia: “Eu me regozijo na tua promessa como alguém que encontra grandes despojos” (Salmos 119:162). Todos os que se apóiam no Senhor automaticamente recebem as suas promessas, e as riquezas do Senhor, riquezas essas materiais, e não apenas espirituais.

O propósito de Deus é nos abençoar, desde que descansemos nele, como filhos amados e recebedores das suas promessas.

Com Amor,

Simone da Fonseca

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Deserto

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 21:19 0 comentários
O deserto é um lugar de provação, de seca, de nada além de muitas provas. O deserto nos faz pensarmos, nos faz corrermos pra Deus. Correto?

Bem, eu creio que isso é correto, mas pra mim, pelo que tenho lido da Bíblia, o deserto é muito além disso. O deserto é um lugar de aprendizado, de lições, de cuidado, um lugar de entrega.

Sabe, tenho pensado a respeito dos nossos conceitos. Nós temos a idéia de que o deserto é um lugar difícil, mas talvez precisamos desconstruir este conceito e construir um novo conceito.

Vocês, que lêem este texto, me digam: O que nós pensamos a respeito do deserto é que é um lugar ruim, que Deus nos leva de castigo pra lá, para aprendermos duramente algumas coisas. É verdade isso ou não? O que pensamos a respeito do deserto é que é um lugar de necessidades e de dores, não é?

Agora, vamos desconstruir este conceito e construir um novo, baseado na palavra de Deus: o deserto é o começo de uma libertação da parte de Deus para nós (Ex 12:51), portanto significa liberdade. O deserto é um lugar de abundante provisão (Ex 16:31), um lugar onde não precisamos trabalhar, apenas esperar pela provisão do Senhor. O deserto é um lugar de conquistas (Ex 6:8; Nm 21:35), onde Deus nos dá o melhor da terra e coloca nossos inimigos em nossas mãos.

O deserto foi um lugar ruim e de morte para todos que não confiaram no Senhor, antes entregaram seus corpos em adoração a falsos deuses (Ex 32; Nm 25:5). O deserto foi um lugar de morte para todos que se levantaram contra o Senhor (Nm 16:27 ao 32; Nm 14: 30 ao 32).

O deserto é a transição, da escravidão para a liberdade, e só tem a acrescentar em nossas vidas. Os 40 anos no deserto foi para que a geração de murmuradores fosse exterminada da face da terra e apenas restassem uma nova geração, daqueles que não se levantaram contra o Senhor e tomaram posse da terra.

Eu vejo que temos muito que estudar a respeito do deserto, e quando aprendermos o que realmente ele significa, ele passará de um lugar de temor para um lugar de provisão. Passará de um lugar em que não queremos estar para um lugar que nos dá a certeza, desde que não sejamos murmuradores, que estamos indo em direção às promessas que o nosso Deus nos fez.

Se estás nos deserto, desfrute do maná!

Com amor,

Simone da Fonseca

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Teu caminho me desagrada!

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 16:08 0 comentários
Que leitura maravilhosa a de hoje. A cada dia que passa, eu amo mais esta leitura maravilhosa, e leio com mais empolgação. Sem demoras, vamos ao que li.

Estou lendo o livro de Números... E ao contrário do que todo mundo pensa, ele não tem só genealogias e contagem do povo. Ele tem muita história também. Hoje, especialmente, o que li diz respeito a passagem de Israel por vários territórios estrangeiros em direção a terra prometida por Deus a eles.

Quando chegaram ao território de Moabe, o seu rei mandou chamar um profeta para que amaldiçoasse o povo de Israel. Quando os mensageiros do rei chegaram a Balaão, este profeta foi consultar ao Senhor que o ordenou que não fizesse nada, antes que abençoasse a Israel.

Os mensageiros do rei voltaram e lhe contaram o que Balaão havia falado. Balaque, rei de Moabe, mandou novamente mensageiros Balaão que novamente consultou ao Senhor. Deus lhe disse que fosse com eles, e que apenas dissesse o que o Senhor lhe mandasse.

No caminho para o rei de Moabe, o Anjo do Senhor (representação bíblica do próprio Deus) apareceu a jumenta, que fugiu dele por três vezes. Quando a jumenta falou com Balaão que o este não era seu comportamento corriqueiro, Deus abriu finalmente os olhos de Balaão. O anjo do Senhor então lhe disse: “Eu vim aqui para impedi-lo de prosseguir porque o seu caminho me desagrada” (Nm 22:32).

Nossa, como esta palavra me chamou a atenção. Sabe quando estamos indo por um caminho que nos parece muito legal, mas de repente tudo dá errado, nada dá certo? Bem, me parece que era isso que estava acontecendo com Balaão. Ele ia pelo caminho dele, mas de repente, a mula dele não obedecia mais ele, e ia por um caminho que não era o que ele desejava ir.

Sinceramente? Bem, eu pedi a Deus que me abra os olhos, e quando eu estiver indo por um caminho que não seja o correto, que ele coloque o seu anjo para que eu seja impedida de prosseguir. Eu decidi ainda muito nova seguir o caminho que agrada a Deus... E é isso que quero por todos os dias que me restam de vida.

A minha oração hoje é esta:
“Senhor, quando eu estiver andando por um caminho que não te agrada, me revela Senhor. Não quero ir para longe da tua vontade, antes, quero ir em direção a tua vontade. Se preciso for, coloque um anjo a minha frente, e me impeça de prosseguir”.

Que tal orar comigo hoje a mesma oração?

No amor de Jesus,

Simone da Fonseca

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Alianças

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 23:07 0 comentários
A Bíblia é maravilhosa. Ela é a palavra de Deus revelada a nós. E todos que a lêem são motivados, encontram verdades, encontram vida, encontram a eternidade. E é exatamente isso que tenho encontrado ao lê-la.

A cada dia, o amor de Deus e o seu cuidado (mesmo quando desprezado pelo povo que diz amá-lo) se evidenciam. O Senhor realmente se importa conosco e espera nos dar o melhor, quando entregamos nossa vida aos seus cuidados.

Encontrei em Números 18: 19 uma aliança de Deus para com os levitas, que diz: “É uma aliança de sal perpétua perante o Senhor, para você e para os seus descendentes”. Deus havia estabelecido que eles recebessem parte da oferta para que comessem e fossem alimentados.

O fato é que ao fazer esta aliança com eles, Deus determinou que ela fosse eterna, perpétua. Deus se importava com o seu sustento, com a sua alimentação, por isso estabeleceu isto como estatuto perpétuo.

Este estatuto foi seguido pelas gerações que se seguiram dos israelitas. É esse o cuidado do Senhor para conosco. Quando estabelece algo, ele estabelece e vela por cumprir. Foi isso que fez: prometeu ser a porção e a herança dos levitas (Nm 18:20) e foi realmente. Deus não quebrou sua aliança com eles, antes estabeleceu que fosse eterna.

Quando Deus faz uma aliança conosco, Ele não se esquece, Ele não cancela, Ele simplesmente cumpre. Muitas vezes não vivemos, não sabemos o cuidado que Deus tem conosco simplesmente porque não recebemos tamanho cuidado, vivemos por um caminho de esforço próprio e não damos a Deus a glória por cuidar de nós.

Estamos tão ocupados em fazer, realizar, correr atrás das bênçãos quando na realidade tudo o que Deus promete é que se o buscarmos (MT 6:33) Ele se encarregará de nos acrescentar as bênçãos (Dt 28:2).

E hoje, que tal uma entrega sobrenatural para uma experiência radical? Que tal uma aliança com Deus, irrevogável, perpétua? Não para termos suas bênçãos, mas para termos sua presença, que como diz a música que todos cantamos “é impossível alguém estar perto de Ti e tuas bênçãos não ter”.

O fato é que todas as coisas nos seguirão se primeiramente nós o buscarmos. Será que poderíamos começar hoje?

Com amor,

Simone da Fonseca

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Franqueza

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 23:51 0 comentários
Não posso afirmar com certeza (afinal, não fiz nenhuma pesquisa), mas certamente todos os relacionamentos têm problemas porque não há um discurso franco a respeito dos sentimentos e das dúvidas que ocorrem no dia a dia.

Quando lia hoje a Bíblia, deparei-me com uma passagem que relata a conversa de Moisés com Deus. Eis a conversa:

“Porque trouxeste este mal sobre o teu servo? Foi por não te agradares de mim, que colocaste sobre os meus ombros a responsabilidade de todo este povo? Por acaso fui eu quem o concebeu? Fui eu quem o deu a luz? Por que me pedes para carregá-lo nos braços, como uma ama carrega um recém-nascido, para levá-lo à terra que prometeste sob juramento aos seus antepassados? Onde conseguirei eu carne para todo este povo? Eles ficam se queixando contra mim, dizendo: ‘dê-nos carne para comer!’ Não posso levar todo este povo sozinho; essa responsabilidade é grande demais para mim. Se é assim que vais me tratar, mata-me agora mesmo; se te agradas de mim, não me deixes ver a minha própria ruína” (Nm 11:11 ao 15).

Agora, pergunto: Você já foi franco assim com alguém? Ou melhor ainda: Você já pensou em ser, ou foi franco assim com DEUS? Volte e leia novamente o texto. Moisés não faltou com respeito com Deus em nenhum momento do texto, ele usava uma linguagem mui respeitosa para com Deus. No entanto, ele se abriu, abriu o seu coração diante de Deus e declarou tudo o que havia nele.

Moisés usou de franqueza para com Deus. Afinal, Deus conhecia o seu coração, e tudo o que sentia, o que vivia, declarou para Deus. E o Senhor o ouviu. O Senhor ouviu tudo o que declarou Moisés e transferiu a sua carga para 70 autoridades em meio ao povo.

A palavra nos ensina: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus” (Fl 4:6). Foi exatamente isso que o Moisés apresentou a Deus, suas súplicas de uma forma extremamente franca.

Agora, volto a perguntar: você tem sido franco com Deus? Tem apresentado suas súplicas diante do Senhor? Claro, somente alguém que realmente tem intimidade, que leva à confiança, poderia apresentar suas súplicas de maneira tão franca ao Senhor.

Pense a respeito de suas orações, suas conversas com Deus. Se eles não têm sido francas, pode ser um indício de falta de intimidade com Deus. E se esse for o caso, mude agora mesmo. Vais experimentar novo caminho até o trono da graça.

Com amor,

Simone da Fonseca

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A bênção sacerdotal

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 23:52 0 comentários
Receber bênçãos é o que todos queremos. O povo de Israel, então, nem se fala. Eles eram os que mais desejavam tal coisa. Tudo o que queriam de Deus era a sua bênção, além de intimidade.

Bem, me parece que não eram apenas os israelitas que desejavam muito a benção do Senhor. Os dias atuais são dias em que a igreja fez de Deus um escravo. Nossos amados pastores declaram: Determine! Exija! Requeira a sua benção!

Que legal né? Você não acha massa? Nós determinamos, e na mesma hora Deus vai lá e faz! Oh, que maravilha! Nós controlamos até mesmo Deus! Quem poderá nos resistir. Até estamos a ponto de mudar o versículo. Ao invés de: “se Deus é por nós, quem será contra nós?” para algo mais explícito, tal como: “se nós determinamos e Deus vai lá e faz, quem será contra nós?

O fato é que as coisas não são exatamente assim. O dia em que aprendermos que mais importante coisa é ter intimidade com Deus do que as bênçãos que dele podemos receber, não precisaremos mais determinar, exigir, requerer, mandar em Deus!

O dia que isso acontecer, nós saberemos que ainda antes de pedirmos, a benção já estará em nossas mãos. Foi Deus, isso mesmo, Deus quem mandou a Arão que abençoasse o povo, dizendo: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz” (Números 6:24 a 26). Se quisermos, poderemos substituir uma parte do versículo, onde diz: “o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti” por “o Senhor mostre a sua bondade para contigo”.

O Senhor nosso abençoa constantemente com bênçãos materiais, e isso está escrito em Salmos 37:25: “Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado, nem seus filhos mendigando o pão”.

No entanto, a maior benção que poderemos receber dele é a benção da sua presença. Não há nada melhor que possamos receber do que a presença de Deus, Meus queridos, tudo passa: uma casa passa, um carro perde seu valor e precisa ser substituído, um título, com o passar dos anos pode não ser mais valorizado, mas um amigo... Ah, um amigo não passa, ainda mais quando se trata do maior dos amigos, Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador.

Olha o que João escreve em seu livro: “Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu lhes tornei conhecido” (João 15:15). Não, não, não... Deus não nos quer tratar como servos, alguém distante, mas como amigos, alguém achegado, alguém próximo, alguém intimo!

A benção sacerdotal está declarada! Mas agora, a benção da presença do Senhor é a que deve ser buscada. Não mais servos, amigos. Não mais distância, proximidade. Não mais aprisionamento, liberdade.

Hebreus 13:5 nos diz: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: "Nunca o deixarei, nunca o abandonarei". Também João 8:36: “Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres”. Livres de todas as demais coisas, e disponíveis para a intimidade com Deus!

Com amor,

Simone da Fonseca

domingo, 24 de agosto de 2008

O coração humilhado

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 23:42 0 comentários
Deus, em toda a leitura da Bíblia, o que mais deseja do homem é a amizade, comunhão, intimidade. Gênesis fala da amizade de Deus com Adão e Eva, todos os dias ia até o jardim para conversar com eles.

A Bíblia continua com muitas histórias de desejo de amizade de Deus com os homens. Deus sempre desejou oferecer tudo ao homem, apenas lhe pedindo a sua amizade como troca.

Quando tirou o povo do Egito, Ele disse que nada lhes faltaria, pois ele supriria todas as necessidades. Que não temessem aos povos que encontrassem na terra que herdariam, pois Ele já estaria cuidando para que possuíssem a terra e se sobressaíssem sobre seus inimigos.

Mas foi só Deus tirar eles do Egito que logo começaram a murmurar. Sabe aquele amigo querido, Deus? Bem, o mar parecia maior que ele, e ao invés de pedirem sua ajuda, resolveram apenas reclamar que o Egito era ruim, mas pelo menos lá eles estariam ainda mal, mas vivos.

Quando lhes faltou água, apesar de verem o que Deus fez com os egípcios, afogando-os no mar, ele murmuraram novamente. Choraram porque quem poderia fazer algo por eles?

Sempre que algo lhes acontecia, ao invés de conversarem com o seu amigo, eles simplesmente agiam como idiotas, falando: E agora, quem será que pode fazer algo por nós? Quer dizer, o fato de tirá-los do Egito, o fato de lhes dar grande livramento diante do exército de faraó, o fato de lhes prover água, alimento, isso não significava nada.

Além disso, ao menor distanciamento de Moises, ao ir buscar a face do Senhor no monte, os israelitas tiveram a coragem de fazer um bezerro de ouro para si e declarar: Eis aí o vosso deus que os tirou da terra do Egito (Êxodo 32:4). Inacreditável. Mas verdadeiro.

Isso, meus caros amigos, devia estar “enchendo a paciência” do Senhor. Fala sério, ninguém agüentaria isso! Só Deus mesmo, porque as suas misericórdias não têm fim.

Ele se ofereceu para lhes dar tudo. O mantimento, a terra onde morarem, os seus inimigos, mas isso não era o bastante. Eles não tinham um coração agradecido. O grande livramento que o Senhor lhes dava parecia nada significar.

Por este motivo, o Senhor, em Levítico 26:14 começa a lhes avisar a respeito do que lhes sobreviria caso desobedecessem ao Senhor. Deus pede a Moisés que declare todas as coisas aos israelitas.

Mas... E a história sempre tem um “mas”. Chegou o versículo 40 deste mesmo capítulo, onde o Senhor Deus fala: “Mas, se confessarem os seus pecados e os pecados dos seus antepassados, sua infidelidade e oposição a mim, que me levaram a opor-se a eles e enviá-los a terra dos seus inimigos; se o seu coração obstinado se humilhar, e eles aceitarem o castigo do seu pecado, eu me lembrarei da minha aliança...”

Salmos 51:17 nos declara: “Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás”. Deus sempre está em busca de alguém que seja seu amigo... Olha o que disse a respeito de Noé: “Esta é a história da família de Noé: Noé era homem justo, íntegro entre o povo da sua época; ele andava com Deus” (Gn 6:9).

Deus sempre olha a terra em busca de alguém que o ame e queira ser seu amigo. Deus procura corações humilhados. Não pra homens, mas para Deus. Tiago nos fala a respeito disso em seu livro, no capítulo 4 e versículo 10: “Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará”.

Eu posso até ter falado a respeito disso, de que Deus nos deseja como amigos, mas eu vou repetir quantas vezes forem preciso para que gravemos em nosso coração esta verdade. Um amigo, certamente se achega a nós com coração quebrantado. Um amigo tem intimidade para nos pedir uma ajuda, uma oração, um minuto do seu tempo.

Algumas vezes estamos tão afastados do Senhor que nem mais achamos que Ele pode ter um tempinho pra nos ouvir. Pensamos que ele não está mais interessado em nos ajudar. Mas estamos enganados. Esse pensamento geralmente nos afasta ainda mais dele, mas isso e exatamente o contrário do que Ele deseja que aconteça.

Que nos acheguemos ao Senhor, e certamente a nossa amizade com Ele nos levará a novas alturas.

Com amor

Simone da Fonseca

JÚBILO

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 01:27 0 comentários
Poucos se dão conta disso, mas nós servimos ao Deus mais festivo que existe. Ele próprio instituiu 8 festas solenes para o ano e ainda outras festas. Mas o que é isso? Alguns dirão indignados - o nosso Deus é um Deus de respeito! Toda reverência na presença do Senhor! Posso afirmar, não conhecem a Deus, ou pelo menos o Deus que sirvo.
O meu Deus, o Deus que escolhi ainda quando tinha 8 anos servir durante toda a minha vida, este Deus que me chama de filha, ele é festeiro! Haja visto o que tem faltado de festa na igreja de Cristo, visto que as festas que Ele mesmo instituiu são muitas.
Alguns defenderão dizendo que a igreja tem festa sim, afinal de contas, o ritual manda todo mês ser realizada a ceia do Senhor. Bem, se os legalistas assim o desejam, precisamos de muitas mais festas do que apenas a ceia, precisamos de mais oito a cada ano!
Como o sr. Gilson Barbosa comenta com muita propriedade: “Quem não gosta de festa? As festas nos proporcionam momentos felizes de comemoração. Mas comemoração de quê? No Ocidente, não há uma preocupação com o caráter e a natureza inerentes às festas e, quase sempre, elas se tornam um fim em si mesmas. É a festa pela festa. Contudo, isso não se dá com a cultura oriental, em que as festas assumem um significado histórico em momentos que oscilam entre a alegria e a tristeza.”
Que eu tenha conhecimento, tudo o que Deus fazia para o povo de Israel, tudo mesmo, era motivo de festa. Tudo tinha um propósito específico diante de Deus. Cada festa representava um símbolo entre o povo e Deus, e relembrava às gerações o que Deus havia feito por Israel.
Instituiu festas principais, solenes, que deveriam ser comemoradas no período determinado todos os anos: a Festa da Páscoa – o propósito era que Israel lembrasse da sua libertação. Festa dos pães sem fermento – para que Israel visse de onde tinha saído. Festa dos Primeiros Frutos – para comemorar o início da colheita, lembrando que Deus é a fonte da benção e da provisão sobrenatural. Festa de Pentecostes – comemoração da entrega da lei e da Aliança que fez com Israel no monte Sinai. Festa das Trombetas – Tipificava a lembrança deles diante de Deus. Dia da expiação – tipificação da expeciação que se tornou possível em Cristo Jesus. Ano do Jubileu – tipifica o grande jubileu que celebraremos com Cristo quando ele voltar. Festa dos Tabernáculos, quando se colhem as uvas e as frutas do pomar.
Segundo Fredi Winkler, em seu livro As Festas Judaicas: “Deus ordenou que Israel celebrasse sete festas, chamadas festas solenes do Senhor. Tratava-se de festas memoriais de Seus grandes feitos entre os israelitas, para que eles não se esquecessem das maravilhas e dos milagres que Deus havia realizado pelo povo. Além disso, elas tinham um sentido simbólico-profético da salvação divina futura. As primeiras quatro festas caem na primavera. Elas tiveram seu cumprimento profético na Primeira Vinda do Messias de Deus. Qual é, porém, o simbolismo das três festas do Senhor no outono? Seu significado profético se encontra na volta de Jesus nos tempos finais.”
Também instituiu outras festas: o Sábado – o dia da reunião para adorar ao Senhor (esse deve ser um dia de festa). Ano novo? Bem, também era uma festa instituída por Deus. Além da festa Purim e Hanucah – Dedicação do Templo.
Deu pra ter uma noção do que estou falando? O Deus que eu sirvo ele é um Deus divertido! Festeiro! E ainda tem crente que acha que reverenciar ao Senhor é se manter calado, quieto. Ai, que falta de conhecimento!
Ah, outro detalhe deste texto é o próprio título. Porque você acha que escolhi júbilo como titulo? Só pode ser porque a palavra J-U-B-I-L-O significa: saltos de 1 metro de altura. Entendeu o espírito? Por favor, a esta altura do texto espero que você esteja se empolgando.
Para entendermos a vida que Deus quer que vivamos, precisamos entender as festas. Deus, durante o tempo que instruía o povo no deserto, reservou o capítulo 23 de Levítico para determinar como seriam realizadas as festas.
Agora, diga-me uma coisa: alguém vai a alguma festa, realizar grande celebração, estando angustiado? Ou ainda, alguém tem animo para dançar estando abatido?
A palavra FESTA, no hebraico, deriva de mo’edh, que significa “um dia designado”. Outra palavra usada para festas é hagh, que significa “dançar”. “As festas revelam as múltiplas bênçãos de Deus e têm significado para os crentes da Nova Aliança”, segundo comenta Morris Cerrulo.
As festas tem significado ainda hoje para nós. Pois elas ainda se cumprirão. Não são apenas dos judeus, mas de todos que recebem ao Senhor Jesus como seu Senhor pessoal.
O que nos cabe, agora, é que adoremos à Deus com grande júbilo, com festas solenes, e que estas festas estabeleçam grande significado em nossos corações. Deus nos deseja alegres, confiantes diante dele. Alguém que esteja com o coração angustiado, abatido, não pode celebrar. Apenas alguém que confia em Deus e em seu cuidado pode celebrar as festas pos Ele estabelecidas.
Confiar em Deus é o primeiro passo para a celebração. Muitos estão desanimados, parece que nada acontece em suas vidas, não há motivo para celebrar, muito menos uma festa diante de Deus, porque muitos culpam a Deus pelo que está acontecendo, murmuram constantemente. Falta de confiança é o que demonstram.
Para celebrar é preciso confiar. Sem confiança, não haverá celebração. E sem celebração, a vida continua a mesma, longe de vitórias, longes de conquistas e principalmente, longe de intimidade com Deus...
Faça hoje a sua escolha! Mas se quiser, CELEBRE COM JÚBILO!
Com amor,
Simone da Fonseca

sábado, 23 de agosto de 2008

O sacrifício perfeito

Postado por Simone da Fonseca Arantes às 00:26 0 comentários
O livro de Levítico [vou te contar!] é “o livro de direito” da Bíblia. Se você quisesse saber a respeito das leis que Deus determinou, era só consultar este livro. Mas ao ler ele, você pode perceber, hoje, que ele remete muito para a vida de Cristo. É um tipo de Cristo.

Uma das coisas que mais me chamou atenção na leitura de hoje foi o que está escrito em Levítico 16:21: “Então colocará as duas mãos sobre a cabeça do bode vivo e confessará todas as iniqüidades e rebeliões dos israelitas, todos os seus pecados, e os porá sobre a cabeça do bode”.

Quando Jesus Cristo estava lá na cruz, o que aconteceu com ele foi o que também profetizou Isaías 53:5 “Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados”.

Jesus, ao se entregar, veja bem, ao se entregar na cruz, ele levou sobre si as nossas dores. Assim como no Antigo testamento as culpas de todo o povo eram levadas àquele bode, àquele cordeiro, também as culpas de toda a humanidade recaíram sobre Jesus na cruz, sendo ele quem nos justificaria.

Está escrito em Romanos 4:25: “Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação”. Quando Jesus se entregou na cruz, se entregou pelos nossos pecados. Assim como antigamente o sacerdote levava um cordeiro, ou um bode, diante do Senhor para justificação dos pecados dos israelitas, assim também Cristo foi levado diante de Deus como propiciação do pecado de toda a humanidade. I João 2:2: “Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo”.

Quando Cristo morreu na cruz, o que se cumpriu foi que ele morreu por nós, lançando fora a lei antiga, e adentrando à graça de Deus. Paulo no sindica isso em Hebreus 9:15: “Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança”.

Anteriormente ao sacrifício de Jesus, todos os anos o sacerdote precisava se apresentar ao Senhor e oferecer sacrifícios à Deus pelo povo e por si próprio. Como sacrifício de Jesus, já não era mais preciso tal coisa. Paulo também nos declara no livro de Hebreus 7:27: “Ao contrário dos outros sumos sacerdotes, ele não tem necessidade de oferecer sacrifícios dia após dia, primeiro por seus próprios pecados e, depois, pelos pecados do povo. E ele o fez uma vez por todas quando a si mesmo se ofereceu”.

A morte do Cordeiro Santo, Jesus Cristo, cessou a lei e nos levou diretamente à graça, onde Ele fez expiação pelo pecado de todos nós. O livro de Hebreus nos declara: “Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade” (Hebreus 4:16).

Por fim, queridos, desejo que aprendam essa grande lição. Não temos poder algum de achar que alguma coisa fizemos para merecer tão grande amor, ou então que merecemos o céu ou qualquer coisa que seja. I João 4:10 nos afirma: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados”. O fato de Jesus ter morrido na cruz por nós foi fruto do amor de Deus. Isso não pode ser mudado, Ele nos amou e por nós entregou seu filho único.

Como poderemos não aceitar tão grande amor?

Com amor,

Simone da Fonseca
 

Simone da Fonseca Arantes Copyright © 2010 Designed by Ipietoon Blogger Template Vector by Artshare